Eurovisão: será possível a dobradinha?

Estamos em contagem decrescente para a final da Eurovisão, no dia 12 de maio. Pela primeira vez, Portugal organiza este evento, no qual se apresenta como vencedor em título.

A 13 de maio de 2017 o impensável aconteceu: Portugal sagrou-se, pela primeira vez, vencedor da Eurovisão. Impensável porque, depois de anos e anos de participações, os portugueses já tinham perdido a esperança de algum dia erguer o troféu do festival da canção da Europa.

Mas tal acabou por acontecer com um tema escrito por Luísa Sobral e interpretado pelo irmão, Salvador. “Amar Pelos Dois”, uma canção nada festivaleira, arrebatou os corações dos europeus, e depois de semanas nos lugares cimeiros das bolsas de apostas da Eurovisão, acabou mesmo por trazer o troféu para casa. Um troféu recebido em êxtase pelos portugueses e que significou também que a edição deste ano teria lugar no nosso país.

Lisboa acabou por ser a cidade escolhida para receber as delegações dos 43 países em competição – entre os quais Reino Unido, Espanha, Suíça, Finlândia, Bielorrússia, Bulgária, Áustria, Lituânia, Albânia, Irlanda, Arménia, Chipre, República Checa, Bélgica, Croácia, Islândia, Azerbaijão, Grécia, Israel, Dinamarca, França, Itália, Suécia e Alemanha -, que nos dias 8, 10 e 12 subirão ao palco da Altice Arena.

A representar o nosso país nesta 63ª edição da Eurovisão está a dupla Isaura e Cláudia Pascoal, com o tema “O Jardim”, uma homenagem da autora à sua avó. Por ter sido vencedor, Portugal não terá de disputar as meias finais, passando diretamente para a final, que se disputa a 12 de maio, pelas 20h, juntamente com os Big Five – Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido.

A grande dúvida agora é se será possível fazer a dobradinha e ver, uma vez mais, a música portuguesa sagrar-se vitoriosa.

 

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